Após a demissão de 470 trabalhadores integrantes do Consórcio Estaleiro Paraguaçu (CEP), cerca de 300 funcionários terceirizados da Petrobras realizam uma manifestação pacífica contra o corte de pessoal.
O protesto começou com uma assembleia, na manhã de quinta-feira (11), seguido de uma caminhada com saída do Iguatemi em direção à sede da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), no bairro Stiep, que teve início às 13h e contou com a presença de um mini trio elétrico.
De acordo com informações da Transalvador, por volta das 14h30, os manifestantes já se encontravam na altura do shopping Sumaré, na avenida Tancredo Neves. O trânsito permanece lento na região, mas os motoristas não encontram maiores retenções, já que o protesto só ocupa uma parte da pista.
A revolta dos funcionários começou após a Enseada Indústria Naval S.A., empresa do setor da indústria naval com sede em Maragojipe, informar que as demissões devem atingir mil funcionários diretos ainda no mês de dezembro.
Segundo a Enseada Indústria Naval S.A., que ocupa 1,6 milhão de metros quadrados e tem capacidade para processar 36 mil toneladas de aço por ano, a redução foi provocada pela indisponibilidade momentânea de recursos financeiros do seu principal cliente, a Sete Brasil, que tem entre seus acionistas a Petrobras e é responsável pela construção de seis sondas de perfuração do pré-sal.
Relatórios, Estágios, Programas de Trainees, Noticias Sobre a Industria, Vídeos e Indicações Sobre Cursos e Concursos.
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domingo, 14 de dezembro de 2014
sábado, 30 de março de 2013
Performance das ações puxa ganho do petróleo
O Estado de S.Paulo
O preço futuro do petróleo para entrega em maio fechou fechou no dia 28/03/2013 no maior nível em seis semanas, a US$ 97,23 o barril na New York Mercantile Exchange. A alta de 0,67% foi motivada pela forte performance das bolsas americanas. Os preços do petróleo entraram em rali quando o índice S&P 500 superou sua pontuação recorde de fechamento, de 1.565,15 pontos, registrada em outubro de 2007. Alguns dados, porém, contiveram os ganhos do petróleo no início da sessão, entre eles o aumento maior que o esperado no número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA.
Fonte: Estadão
O preço futuro do petróleo para entrega em maio fechou fechou no dia 28/03/2013 no maior nível em seis semanas, a US$ 97,23 o barril na New York Mercantile Exchange. A alta de 0,67% foi motivada pela forte performance das bolsas americanas. Os preços do petróleo entraram em rali quando o índice S&P 500 superou sua pontuação recorde de fechamento, de 1.565,15 pontos, registrada em outubro de 2007. Alguns dados, porém, contiveram os ganhos do petróleo no início da sessão, entre eles o aumento maior que o esperado no número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA.
Fonte: Estadão
quarta-feira, 20 de março de 2013
Graça Foster descarta venda da refinaria de Pasadena nos EUA
| No ano passado, a companhia obteve US$ 4 bilhões com seu programa de desinvestimento, principalmente a partir de operações na área financeira e pela venda da participação nos projetos de Atlanta e Oliva para a OGX |
| 19/03/2013 |
"A refinaria de Pasadena saiu do plano de desinvestimento", afirmou Graça.
Segundo a presidente, para este ano, a meta da empresa é de desinvestir US$ 9,9 bilhões.
"O desinvestimento é algo novo para a Petrobras. Fizemos uma avaliação do nosso portfólio, criamos uma área para cuidar disso. Diversificamos a carteira [dos ativos que podem ser vendidos]", afirmou a executiva.
Fonte: Macaé Offshore
|
segunda-feira, 18 de março de 2013
VAGAS P/ TÉCNICO E TECNÓLOGO EM PETRÓLEO E GÁS
VAGAS P/ TÉCNICO E TECNÓLOGO EM PETRÓLEO E GÁS
Multinacional do setor petrolífero contratando
Cargo Auxiliar Técnico
Escolaridade: Técnico em Petróleo concluído ou Tecnólogo em Petróleo cursando.
Desejável inglês avançado.
Ter domínio do pacote Office é imprescindível.
Atribuições:
➜ Organizar e arquivar documentos técnicos de exploração e produção e manter o banco de dados atualizado.
➜ Auxiliar na elaboração de relatórios técnicos de Engenharia/Geologia voltados à exploração e produção de petróleo.
➜ Acompanhamento de licenciamentos ambientais, relatórios de não-conformidade e SMS.
➜ Execução de procedimentos operacionais diários, semanais e mensais.
Local de trabalho: Centro-Rio de Janeiro/RJ.
Benefícios: Seguro de vida, Tíquete-alimentação, Tíquete-refeição, Vale-transporte, Plano Odontológico, Plano de Saúde, Curso de Idiomas (inglês) e Auxílio-estudo.
Regime de contratação: CLT (Efetivo)
Horário: Das 09:00 às 18h00 ou 08:00 às 17:00, de Segunda a Sexta.
Disponibilidade para viagens.
Enviar CV com pretensão salarial para your_resume@ig.com.br
Petróleo e Gás: capacitação de profissionais ainda é desafio
A falta de pessoal de todos os níveis de escolaridade tem
motivado as empresas a investir em qualificação. Desde 2003, o Ministério de
Minas e Energia, em parceria com a Petrobras e a Agência Nacional de Petróleo,
Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), promove cursos gratuitos para pessoas de
todos os graus de formação. O chamado Programa de Mobilização da Indústria
Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) já qualificou 90 mil.
O objetivo é ter mão de obra preparada para os projetos da
área de petróleo e gás natural, incluindo exploração e produção, transporte
marítimo, abastecimento, e gás e energia. Segundo a Pe$, 75% dos alunos do
Prominp estão empregados.
Com o mesmo objetivo, o Estaleiro Enseada Paraguaçu terá uma
escola de solda. Além disso, enviará cem funcionários ao Japão, a fim de
completar a qualificação. O Instituto Tecnológico Naval (ITN), da OSX, em São
João da Barra, tem 23 trabalhadores se qualificando na Coreia do Sul. O gerente
executivo do ITN, Léo Fernando Zimmermang, diz que, no estado, já foram
capacitadas 600 pessoas. A idea é ter mais 3.100 prontas para trabalhar no
estaleiro.
— Temos uma parceria com a Firjan para ter uma capacitação
diferente — diz ele, destacando que o curso terá simuladores 3D.
Fonte: GNBC
Fonte: GNBC
Obra da OSX em porto no Rio terá impacto ambiental monitorado
O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) formalizaram parceria na última sexta-feira (15) para monitorar a salinidade do Canal de Quitingute, em São João da Barra, no norte fluminense, que estaria causando danos à fauna e flora da região.
Estudos da universidade apontaram que a degradação das águas está associada à obra de instalação do Complexo Logístico Industrial do Porto de Açu, feita pela empresa OSX, que integra o Grupo EBX, do empresário Eike Batista. O acordo foi firmado durante reunião na Reitoria da Uenf, no município de Campos dos Goytacazes.
A parceria prevê a criação de um grupo de trabalho (GT), composto por pesquisadores da universidade e por técnicos do instituto, para diagnosticar a extensão do problema, além de acompanhar o cumprimento das exigências feitas pelo Inea à empresa.
Em nota, a universidade informou que “além da análise ambiental (solo e água), deverão ser feitas entrevistas com os produtores”. A EBX tem sido denunciada por causar impactos ambientais na região, inclusive queda na produção agrícola, especialmente a de abacaxi, que é cultivado por grande parte dos moradores.
De acordo com o Inea, as obrigações impostas à OSX incluem o desassoreamento do canal, a desobstrução de travessias sob as vias de circulação e o levantamento das propriedades e usuários do bioma que foram afetados. O instituto determinou ainda que a empresa faça o ressarcimento de possíveis prejuízos e que aumente o monitoramento das águas, tanto superficiais quanto subterrâneas, em toda a área abrangida pelo empreendimento.
A EBX informou em nota que “reiterou ao Inea a sua disponibilidade para a celebração do correspondente Termo de Compromisso Ambiental, quando apresentou sua impugnação ao auto de infração correspondente”. Segundo a empresa, até o momento não foi identificado nenhum agricultor prejudicado em São João da Barra.
A empresa disse ainda que a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) constatou que as águas do 5º distrito de São João da Barra encontram-se dentro dos padrões de normalidade, tanto para fins de irrigação quanto para consumo animal. De acordo com a EBX, a Cedae teria informado que não houve impacto na água distribuída para consumo humano.
No início do mês, a Justiça Federal em Campos dos Goytacazes concedeu liminar determinando que a empresa preserve as restingas que ficam em área de preservação permanente no complexo portuário, sob pena de multa diária de R$ 100 mil. A empresa foi punida em R$ 1,3 milhão pela Secretaria Estadual do Ambiente, devido à salinização das águas do canal, e decidiu recorrer da decisão.
Fonte: Agência Brasil
sábado, 16 de março de 2013
Petróleo sobe com dados dos Estados Unidos
O Estado de S.Paulo
O preço futuro do petróleo para entrega em abril fechou ontem no maior nível em mais de três semanas, a US$ 92,52 o barril na New York Mercantile Exchange. A alta de 0,44% foi impulsionada pelo crescimento na produção industrial dos EUA e pela desvalorização do dólar, o que deixou a commodity mais atrativa para detentores de outras moedas. A produção industrial americana subiu 0,7% em fevereiro ante janeiro, acima da previsão de analistas, que esperavam aumento de 0,4%, e afastou preocupações com a demanda do maior consumidor de petróleo do mundo.
quinta-feira, 7 de março de 2013
Congresso derruba veto de Dilma sobre royalties de petróleo
BRASÍLIA, 7 Mar (Reuters) - O Congresso Nacional derrubou na íntegra o veto da presidente Dilma Rousseff que mantinha a regra de distribuição de royalties do petróleo entre os Estados e municípios para os contratos já existentes, informou a Secretaria Geral da Mesa do Congresso, após encerrada a contabilização dos votos.
A votação começou na noite da quarta-feira e foi encerrada na madrugada desta quinta-feira.
A derrubada do veto era amplamente esperada, já que os parlamentares dos Estados não-produtores de petróleo, interessados em retomar a lei original aprovada pelo Congresso no fim do ano passado, têm esmagadora maioria tanto na Câmara quanto no Senado.
Dos 63 senadores que votaram, 54 rejeitaram o veto da presidente. Segundo a mesa, 354 dos 405 deputados que participaram da votação foram contra o veto de Dilma.
Para a derrubada do veto, era necessário que pelo menos 41 senadores e 257 deputados votassem contra o veto presidencial.
A polêmica sobre a divisão dos royalties do petróleo começou quando o governo decidiu criar um novo marco regulatório para a exploração do óleo no país, determinando que os campos do pré-sal seriam licitados pelo regime de partilha e não mais por concessão.
Os parlamentares dos Estados não produtores viram na mudança uma oportunidade de fazer uma nova divisão dos royalties entre Estados e municípios, sem qualquer privilégio para os Estados produtores (Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo), mexendo inclusive nos contratos já em vigor. Aprovada pelo Congresso, essa nova divisão foi vetada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010.
No governo Dilma, os parlamentares dos Estados não produtores voltaram à carga e aprovaram mais uma vez uma nova divisão dos royalties no ano passado, o que foi vetado pela presidente. Esse foi o veto derrubado nesta madrugada.
O governo do Rio de Janeiro havia estimando em 3,1 bilhões de reais por ano as perdas de receitas caso o veto fosse derrubado.
A Mesa informou que o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), comunicará o resultado oficial na sessão do Senado nesta quinta-feira.
(Reportagem de Jeferson Ribeiro) Yahoo Noticias
(Reportagem de Jeferson Ribeiro) Yahoo Noticias
Futuro econômico da Venezuela e incerto após a morte de Hugo Chávez
Especialistas falam sobre o que muda nos negócios entre Brasil e Venezuela. Saiba também como fica a situação de Cuba, país que possui extrema dependência do modelo chavista
Por Luiz Gustavo PACETE
Dependência do petróleo. Essa foi uma das frases mais citadas em análises e comentários repercutindo a morte do presidente venezuelano Hugo Chávez, na tarde desta terça (5/3). Se por um lado, Chávez avançou em um modelo popular baseado em distribuição de renda e estatização de empresas, o suporte das ações sociais da Venezuela, durante os 14 anos que ele esteve no governo, foram graças à produção de petróleo.
No último mês, segundo grevistas do setor petroleiro, a Venezuela estava produzindo 484 mil barris diários por meio da empresa estatal Petróleos de Venezuela S.A (PDVSA). De acordo com o governo, o número produzido é de 1 milhão de barris por dia. Aproximadamente 60% da produção seguem para os Estados Unidos, um dos principais inimigos ideológicos do modelo bolivariano. Cerca de 15% do petróleo importado pelos estadunidenses provêm da Venezuela. Por várias vezes, Chávez ameaçou cortar o fornecimento dos americanos.
Os rumos da economia venezuelana se perderam no último ano e se agravaram nos últimos meses. Entre as principais medidas que analistas apontam como urgentes para o país está um ajuste fiscal e mais desvalorização da moeda local, o bolívar. Em janeiro, o vice-presidente Nicolas Maduro precisou desvalorizar a moeda em 32% comparada com o dólar. De acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o déficit público do país, em 2012, era de 7,4%.
Com os ajustes fiscais, os próprios benefícios sociais devem ser cortados. Essas medidas podem contribuir para o aumento da inflação que, em 2012, foi de 19,9%. O desabastecimento do país também é um grande problema. Faltam produtos nos supermercados e a dependência do petróleo faz com que a Venezuela tenha que importar a maior parte do que consome, principalmente no setor de consumo.
Políticas econômicas
Para muitos economistas, apesar do apelo popular e o carisma, Chávez não foi um bom administrador, desorganizou a economia e tratou investidores com hostilidade. As expropriações, por exemplo, foram uma grande marca de seu governo e renderam gastos de até US$23 bilhões para o país. Até 2011, mais de 400 empresas já haviam sofrido intervenção estatal.
Pablo Uchoa, correspondente da BBC Brasil em Washington e autor do livro “A encruzilhada de Hugo Chávez”, explica que com a morte do mandatário a atenção de alguns países da região do Caribe deve ser dobrada, já que 17% do PIB da região são gastos na compra do petróleo que vem do país. “A morte de Chávez pode representar uma crise para esses países”. Cuba é o país que mais depende da Venezuela na região.
Ainda nesta terça (5/3), a PDVSA garantiu que não serão afetadas as vendas de combustível e petróleo. ParaRubens Ricupero, ex-secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), o estilo centralizado de Chávez pode trazer sérios problemas para a economia, mas o diplomata observa que o modelo chavista vai continuar mesmo sem a presença de seu líder.
Antonio Madeira, economista da LCA Consultores, explica a DINHEIRO que até agora o mercado ainda não reagiu de forma agressiva à morte de Hugo Chávez, principalmente por causa do petróleo. Para ele, será possível falar de um cenário mais preciso nas próximas semanas com o desdobrar dos acontecimentos políticos. “Agora, até que saia o resultado das eleições, a situação muda pouco no mercado, já que, Chávez já não governava desde dezembro”.
Relações com o Brasil
O Brasil tornou-se um parceiro estratégico para o país
Autor do livro “Brasil-Venezuela”, o professor da Universidade Federal de Roraima, Thiago Gehre explica que a parceria entre Brasil e Venezuela vai além do comércio, ela está embasada em investimentos. “Junto com a Argentina, a Venezuela é um dos principais parceiros do Brasil. Com as dificuldades encontradas no Mercosul, o Brasil acabou apostando em um parceiro da região amazônica”. Gehre reforça que, sendo um chavista ou Henrique Capriles que ganhe as eleições, as relações bilaterais não serão afetadas.
Marcus Vinicius de Freitas, coordenador do curso de ReIações Internacionais da FAAP lembra que a relação econômica entre Brasil e Venezuela vem do período Chávez - Lula quando o presidente da Venezuela teve problemas diplomáticos com seu vizinho, a Colômbia, e buscou no Brasil um novo aliado e parceiro comercial. “Hoje, essa parceria fez da Venezuela um dos maiores importadores do Brasil, atualmente ela compra máquinas, itens de vestuário e manufaturados”.
A situação de Cuba após a morte de Chávez
É grande a dependência que Cuba possui em relação à Venezuela
Mesmo nas eleições venezuelanas de 2012, caso o candidato de oposição, Henrique Capriles vencesse muito foi questionado sobre a dependência cubana da Venezuela. A ilha recebe aproximadamente 115 mil barris por dia a preços especiais.
Omar Everleny Perez, do Centro de Estudos sobre a Economia Cubana, na Universidade de Havana, destacou em artigos que a Venezuela é a principal parceria de Cuba, mas que existem outros países importantes comercializando com o país, entre eles, China, Espanha e Estados Unidos.
Muitos apontam que existe um cordão umbilical entre Venezuela e Cuba e sem o petróleo venezuelano o turismo e outros setores do país entrariam em colapso. O dissidente e ex-preso político, Jorge Olivera Castillo explica que a Venezuela ocupou o papel da antiga União Soviética, ajudando a ilha com subsídios e petróleo barato. Agora, o futuro dessa parceria dependerá do quadro político. Em troca, Caracas recebe serviços voluntários e médicos vindos de Cuba.
Perfil econômico da Venezuela
Variação do PIB:
2009: -3,2%
2012: 5,7%
Taxa de desemprego:
2002: 16%
2012: 8%
Importação: US$49,2 milhões (2010)
Exportação: US$67,5 bilhões (2010)
Principal comprador de petróleo: Estados Unidos, 60% da produção vão para os Estados Unidos
Países que possui forte relação comercial: Cuba, China, Espanha, Estados Unidos e Brasil
Principais produtos importados do Brasil: Roupas, máquinas mecânicas, máquinas elétricas, produtos farmacêuticos, produtos químicos, plásticos, carne, animais vivos e açúcar.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Petrobras precisará de menos sondas para cumprir metas
Segundo o diretor de engenharia da estatal, os poços do pré-sal estão se mostrando mais produtivos do que se imaginava
Rio de Janeiro – A Petrobras precisará de menos sondas de exploração para cumprir suas metas de produção nos próximos anos, uma vez que os poços do pré-sal estão produzindo acima da expectativa, disse o diretor de Engenharia da empresa, José Antônio de Figueiredo, nesta quarta-feira.
“Todo o plano será cumprido, a curva de produção será cumprida, mas com um número menor de sondas porque os poços estão se mostrando mais produtivos do que se imaginava”, disse Figueiredo a jornalistas em evento do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), no Rio.
Figueiredo disse que, desde o primeiro poço do pré-sal perfurado, houve uma otimização do uso de equipamentos de perfuração na região.
“Estamos com 28 sondas sendo construídas, suficientes, além de outros equipamentos… Nada nos preocupa, tudo nos ocupa.” Ele não mencionou o período nem a meta de produção que será cumprida.
A Petrobras planeja produzir 3 milhões de barris de óleo equivalente (boe, que inclui petróleo e gás) no Brasil em 2016, de acordo com o Plano de Negócios e Gestão (2012-2016), sendo 2,5 milhões de barris de petróleo. Em 2020, planeja atingir a produção de 5,2 milhões de boe, sendo 4,2 milhões de petróleo.
Atualmente, a estatal produz cerca de 2 milhões de barris diários de petróleo no Brasil.
A empresa cancelou em novembro passado o processo de contratação de cinco sondas de perfuração para 3 mil metros de lâmina d’água com o grupo Ocean Rig.
A justificativa dada na ocasião era de que havia previsão de número menor de poços a serem perfurados no pré-sal da bacia de Santos.
Fonte: Exame
Rio de Janeiro – A Petrobras precisará de menos sondas de exploração para cumprir suas metas de produção nos próximos anos, uma vez que os poços do pré-sal estão produzindo acima da expectativa, disse o diretor de Engenharia da empresa, José Antônio de Figueiredo, nesta quarta-feira.
“Todo o plano será cumprido, a curva de produção será cumprida, mas com um número menor de sondas porque os poços estão se mostrando mais produtivos do que se imaginava”, disse Figueiredo a jornalistas em evento do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), no Rio.
Figueiredo disse que, desde o primeiro poço do pré-sal perfurado, houve uma otimização do uso de equipamentos de perfuração na região.
“Estamos com 28 sondas sendo construídas, suficientes, além de outros equipamentos… Nada nos preocupa, tudo nos ocupa.” Ele não mencionou o período nem a meta de produção que será cumprida.
A Petrobras planeja produzir 3 milhões de barris de óleo equivalente (boe, que inclui petróleo e gás) no Brasil em 2016, de acordo com o Plano de Negócios e Gestão (2012-2016), sendo 2,5 milhões de barris de petróleo. Em 2020, planeja atingir a produção de 5,2 milhões de boe, sendo 4,2 milhões de petróleo.
Atualmente, a estatal produz cerca de 2 milhões de barris diários de petróleo no Brasil.
A empresa cancelou em novembro passado o processo de contratação de cinco sondas de perfuração para 3 mil metros de lâmina d’água com o grupo Ocean Rig.
A justificativa dada na ocasião era de que havia previsão de número menor de poços a serem perfurados no pré-sal da bacia de Santos.
Fonte: Exame
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Japão planeja construir 'superplataforma flutuante' no litoral brasileiro
O governo do Japão e um consórcio de empresas japonesas planejam construir uma grande estrutura flutuante no litoral do Brasil para abrigar cerca de 200 trabalhadores de plataformas de petróleo e de gás próximas, confirmou nesta quarta-feira (20) à Agência Efe o Ministério de Transporte e Construção japonês.
O Executivo e o grupo de empresas, que inclui armadores e fabricantes de maquinaria pesada, proporão o projeto a uma companhia estatal brasileira com a intenção de conseguir fechar um contrato para final de 2014 e começar a levantar a estrutura a partir de 2016. Segundo informou à Agência Efe um porta-voz do departamento japonês de Construção, a plataforma ficaria a cerca de 200 quilômetros do litoral, ao sul do país. O investimento total seria de cerca de 10 trilhões de ienes (cerca de R$ 209 bilhões) e o governo concederia cerca de 1,45 bilhões de ienes (R$ 30,37 milhões) em subsídios ao longo de três anos às empresas participantes.
O consórcio, batizado J-DeEP, foi consolidado na segunda-feira (18) passada e é composto por empresas como Mitsubishi Heavy Industries, Kawasaki Heavy Industries, Mitsui Engineering & Shipbuilding, IHI e a barqueira NYK Line, segundo detalhou hoje o jornal "Yomiuri". Os empresários japoneses começaram a investigar em 1995 o desenvolvimento das chamadas "superplataformas flutuantes", setor que pode significar uma alternativa de negócio perante a queda global na demanda para a fabricação de embarcações.
Projeto pioneiro
Entre as "superplataformas flutuantes" que foram construídas no Japão, destacam-se a estação de armazenamento de petróleo de Shirashima, no norte da ilha de Kyushu, e a situada em frente à costa da cidade de Shizuoka para praticar a pesca de profundidade.
Esta última armazenou, temporariamente, a água radioativa utilizada para esfriar os reatores da usina nuclear de Fuskushima. Se o projeto for adiante, a do Brasil seria a primeira "superplataforma" habitável. A estrutura, de cerca de 315 por 80 metros, ficaria ancorada e flutuaria entre a costa e várias plataformas petrolíferas.
A ideia é que funcione como um centro logístico que potencialize a eficiência de várias explorações de petróleo simultâneas, que devem começar a operar em breve no litoral do Brasil para extrair recursos de jazidas descobertas nos últimos anos. A "superplataforma" teria instalações de geração elétrica, escritórios e alojamento para 200 pessoas - a maioria, trabalhadores das plataformas que seriam levados ao local de helicóptero.
Fonte: EFE
O Executivo e o grupo de empresas, que inclui armadores e fabricantes de maquinaria pesada, proporão o projeto a uma companhia estatal brasileira com a intenção de conseguir fechar um contrato para final de 2014 e começar a levantar a estrutura a partir de 2016. Segundo informou à Agência Efe um porta-voz do departamento japonês de Construção, a plataforma ficaria a cerca de 200 quilômetros do litoral, ao sul do país. O investimento total seria de cerca de 10 trilhões de ienes (cerca de R$ 209 bilhões) e o governo concederia cerca de 1,45 bilhões de ienes (R$ 30,37 milhões) em subsídios ao longo de três anos às empresas participantes.
O consórcio, batizado J-DeEP, foi consolidado na segunda-feira (18) passada e é composto por empresas como Mitsubishi Heavy Industries, Kawasaki Heavy Industries, Mitsui Engineering & Shipbuilding, IHI e a barqueira NYK Line, segundo detalhou hoje o jornal "Yomiuri". Os empresários japoneses começaram a investigar em 1995 o desenvolvimento das chamadas "superplataformas flutuantes", setor que pode significar uma alternativa de negócio perante a queda global na demanda para a fabricação de embarcações.
Projeto pioneiro
Entre as "superplataformas flutuantes" que foram construídas no Japão, destacam-se a estação de armazenamento de petróleo de Shirashima, no norte da ilha de Kyushu, e a situada em frente à costa da cidade de Shizuoka para praticar a pesca de profundidade.
Esta última armazenou, temporariamente, a água radioativa utilizada para esfriar os reatores da usina nuclear de Fuskushima. Se o projeto for adiante, a do Brasil seria a primeira "superplataforma" habitável. A estrutura, de cerca de 315 por 80 metros, ficaria ancorada e flutuaria entre a costa e várias plataformas petrolíferas.
A ideia é que funcione como um centro logístico que potencialize a eficiência de várias explorações de petróleo simultâneas, que devem começar a operar em breve no litoral do Brasil para extrair recursos de jazidas descobertas nos últimos anos. A "superplataforma" teria instalações de geração elétrica, escritórios e alojamento para 200 pessoas - a maioria, trabalhadores das plataformas que seriam levados ao local de helicóptero.
Fonte: EFE
Forte onda de vendas pressiona o petróleo
O Estado de S.Paulo
O preço futuro do petróleo para entrega em março fechou no dia 20/02/2013 no menor nível em mais de um mês, com queda de 2,32%, a US$ 94,46 o barril na New York Mercantile Exchange. O petróleo foi derrubado por rumores de que um grande fundo de commodities estaria sendo liquidado, o que gerou forte onda de vendas. Após negociação média de menos de 2 mil contratos por minuto, quase 10 mil foram movimentados em pouco minutos, no início da tarde. O petróleo para março venceu no fechamento de ontem, fazendo do contrato para abril o mais negociado.
O preço futuro do petróleo para entrega em março fechou no dia 20/02/2013 no menor nível em mais de um mês, com queda de 2,32%, a US$ 94,46 o barril na New York Mercantile Exchange. O petróleo foi derrubado por rumores de que um grande fundo de commodities estaria sendo liquidado, o que gerou forte onda de vendas. Após negociação média de menos de 2 mil contratos por minuto, quase 10 mil foram movimentados em pouco minutos, no início da tarde. O petróleo para março venceu no fechamento de ontem, fazendo do contrato para abril o mais negociado.
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Produção de petróleo da Petrobras cai 2% no Brasil em 2012
A produção média de petróleo da Petrobras no Brasil ficou em 1,98 milhão de barris por dia em 2012, volume 2 por cento menor que a média do ano anterior, de 2,022 milhões de barris/dia, informou a estatal nesta segunda-feira.
"A produção de petróleo e gás natural reduziu em função do maior número de perdas operacionais e da interrupção em Frade, compensados, em parte, pela entrada em produção de novos poços e pela melhoria dos níveis de eficiência operacional na bacia de Campos", justificou a estatal em comunicado.
A estatal sofreu ao longo de 2012 com paradas não programadas de produção das suas plataformas e com a queda de produtividade da bacia de Campos.
No mês de setembro a extração média de petróleo da empresa atingiu o menor volume desde 2008, em 1,843 milhão de barris/dia.
Segundo a Petrobras, nos últimos três meses de 2012 houve uma recuperação dos níveis de produção, em função da entrada em operação da FPSO (plataforma) Cidade de Anchieta, adicionando 57 mil barris diários, e aumento da eficiência na bacia de Campos decorrente do Programa de Aumento da Eficiência Operacional.
A interligação de novos poços nas plataformas P-53 (Marlim Leste), P-51 e P-56 (Marlim Sul), que adicionaram mais 31 mil barris por dia, compensaram parcialmente o encerramento do teste de longa duração de Iracema e o declínio natural de produção, segundo a estatal.
Nesta segunda-feira a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis divulgou uma queda de 5 por cento na produção de petróleo no Brasil no mês de dezembro, que somou 2,105 milhões de barris diários (bpd) em média, ante o mesmo mês de 2011.
(Reportagem de Leila Coimbra)
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
OSX será maior estaleiro das Américas
Início de operações ocorrerá em 2013
Danilo Baptista, diretor da Unidade de Construção Naval Açú, do OSX, maior complexo de construção naval das Américas, informa que o estaleiro, situado no Norte fluminense, deverá iniciar operações ainda em 2013. A empresa é do grupo EBX, do bilionário Eike Batista. O estaleiro ficará ao lado de um condomínio industrial, de onde virão energia e aço para o empreendimento.
O cais terá 2.400 metros em sua primeira fase e, depois, chegará a 3.525 metros. O início da construção ocorreu em julho de 2011 e, graças a ritmo frenético, o início efetivo de operações deve ocorrer nos próximos meses. O estaleiro está em operação plena em meados de 2014. A coreana Hyndai é acionista minoritária e, no momento, 80 técnicos estão na Coréia do Sul. O estaleiro terá condições de produzir, ao mesmo tempo, 11 plataformas móveis (FPSO) e oito fixas. No momento, o grupo tem encomendas de 23 unidades, dos quais 18 serão feitas em Açu e as restantes distribuídas por Coréia, Cingapura e, no Brasil, no estaleiro Techint.
Frisou Baptista que há muitos desafios e o grupo se prepara para vencê-los. Quanto à falta de mão de obra, a OSX criou o Instituto de Tecnologia Naval; procura-se sinergia com fornecedores, ou seja, criar cadeia de bens e serviços.
Fonte: Rio Marítimo – Sergio Barreto Motta
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
Guia de carreiras: engenharia de petróleo
Responsável por maximizar a produção de poços e jazidas de petróleo e gás natural, o engenheiro de petróleo é um profissional cada vez mais requisitado no Brasil. Entre as descobertas na Bacia de Campos no Rio de Janeiro, nos anos 70, até o recente fenômeno do pré-sal, o mercado se expandiu, se consolidou e criou muitos postos de trabalhos, nem sempre ocupados com facilidade, por conta da escassez de profissionais com a formação ideal.
Marcelo Salomão trabalha como engenheiro de petróleo na Petrobras (Foto: Agência Petrobras de Notícias)
A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) prevê a geração de 2 milhões de empregos no setor petrolífero até 2020. Ainda, de acordo com o estudo da Onip realizado há dois anos, a área já movimenta cerca de 420 mil empregos.
O Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) que oferece cursos de especialização para a atuação no segmento projeta a necessidade de qualificar mais 201 mil profissionais até 2015, sendo cerca de 11 mil profissionais de nível superior. De 2006 até o momento, cerca de 90 mil profissionais concluíram cursos de várias modalidades.
"Em geral os engenheiros de petróleo não têm dificuldade de conseguir emprego. A contratação é grande, o mercado está em ascensão e há uma carência de profissionais", diz engenheiro de petróleo da Petrobras, Marcelo Salomão, de 54 anos.
Salomão tem mestrado e doutorado em engenharia de petróleo, mas quando se formou em engenharia civil pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em 1980, pouco conhecia a área de petróleo. "Diferente do cenário atual, nesta época havia pouca opção de emprego para os engenheiros. Fiz o concurso da Petrobras por causa de alguns colegas e passei. O mercado cresceu muito e tive sorte de fazer esta opção. Hoje a indústria do petróleo é reconhecida e respeitada."
Ele lembra que naquela época como não havia graduação específica, as empresas contratavam engenheiros com formações diversas e ofereciam treinamento. Hoje a situação é outra. Além da graduação, instituições de ensino possuem também cursos de qualificação profissional de nível médio, voltado para a prática do mercado.
A engenharia de petróleo ganha destaque até mesmo entre as demais engenharias, que voltaram a ter o mercado muito aquecido. Ainda, segundo Marcelo Salomão, a tendência é de crescimento para os próximos anos porque os processos de descobertas das bacias sedimentares, de onde é possível extrair o petróleo, e construção de poços e plataformas são caros e demorados. E a presença dos engenheiros é fundamental em todas as etapas do trabalho.
Também é função deste profissional cuidar do transporte do petróleo e seus derivados desde o local da exploração até as refinarias e petroquímicas, bem como dar o destino correto aos resíduos. O engenheiro de petróleo pode tanto atuar no setor administrativo dentro de escritórios ou na parte operacional, nas plataformas marítimas. Dificilmente um profissional terá de conciliar as duas funções.
Salomão diz que o trabalho interno é fundamental para que o engenheiro tenha a percepção da magnitude das plataformas marítimas. "A atividade de planejamento é forte. É no escritório que se especifica o projeto de perfuração de poços, os produtos químicos que serão utilizados. Já tive de trabalhar embarcado, mas meu perfil é mais administrativo."
Plataforma de extração de petróleo da Petrobras (Foto: Agência Petrobras de Notícias)
A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) prevê a geração de 2 milhões de empregos no setor petrolífero até 2020. Ainda, de acordo com o estudo da Onip realizado há dois anos, a área já movimenta cerca de 420 mil empregos.
O Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) que oferece cursos de especialização para a atuação no segmento projeta a necessidade de qualificar mais 201 mil profissionais até 2015, sendo cerca de 11 mil profissionais de nível superior. De 2006 até o momento, cerca de 90 mil profissionais concluíram cursos de várias modalidades.
"Em geral os engenheiros de petróleo não têm dificuldade de conseguir emprego. A contratação é grande, o mercado está em ascensão e há uma carência de profissionais", diz engenheiro de petróleo da Petrobras, Marcelo Salomão, de 54 anos.
Salomão tem mestrado e doutorado em engenharia de petróleo, mas quando se formou em engenharia civil pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em 1980, pouco conhecia a área de petróleo. "Diferente do cenário atual, nesta época havia pouca opção de emprego para os engenheiros. Fiz o concurso da Petrobras por causa de alguns colegas e passei. O mercado cresceu muito e tive sorte de fazer esta opção. Hoje a indústria do petróleo é reconhecida e respeitada."
Ele lembra que naquela época como não havia graduação específica, as empresas contratavam engenheiros com formações diversas e ofereciam treinamento. Hoje a situação é outra. Além da graduação, instituições de ensino possuem também cursos de qualificação profissional de nível médio, voltado para a prática do mercado.
A engenharia de petróleo ganha destaque até mesmo entre as demais engenharias, que voltaram a ter o mercado muito aquecido. Ainda, segundo Marcelo Salomão, a tendência é de crescimento para os próximos anos porque os processos de descobertas das bacias sedimentares, de onde é possível extrair o petróleo, e construção de poços e plataformas são caros e demorados. E a presença dos engenheiros é fundamental em todas as etapas do trabalho.
Também é função deste profissional cuidar do transporte do petróleo e seus derivados desde o local da exploração até as refinarias e petroquímicas, bem como dar o destino correto aos resíduos. O engenheiro de petróleo pode tanto atuar no setor administrativo dentro de escritórios ou na parte operacional, nas plataformas marítimas. Dificilmente um profissional terá de conciliar as duas funções.
Salomão diz que o trabalho interno é fundamental para que o engenheiro tenha a percepção da magnitude das plataformas marítimas. "A atividade de planejamento é forte. É no escritório que se especifica o projeto de perfuração de poços, os produtos químicos que serão utilizados. Já tive de trabalhar embarcado, mas meu perfil é mais administrativo."
O trabalho do engenheiro de petróleo está sempre ligado à tecnologia. As indústrias de petróleo utilizam softwares e aplicativos para desvendar cálculos e previsões matemáticas necessárias para interpretações geológicas, entre outras ações.
Virtudes necessárias
Para se dar bem na carreira, Salomão destaca duas características fundamentais: gosto pelo estudo, já que o profissional não pode parar de aprender, e perfil para trabalhar em equipe.
Outro aliado da profissão é a multidisciplinaridade, já que os engenheiros de petróleo nunca estão sozinhos nas missões. "Para planejar a retirada do óleo e transformá-lo em riqueza as equipes precisam estar entrosadas. O trabalho de planejar o número de poços que se vai perfurar, avaliar sua capacidade e as linhas que vão trazer o óleo até a plataforma, é multidisciplinar." Segundo ele, as áreas ambiental, de segurança, geologia e até economia se relacionam o tempo todo.
"O petróleo é a fonte propulsora de várias outras indústrias, e a engenharia de petróleo é uma profissão atrativa onde é possível aplicar grande parte do conhecimento adquirido na graduação", diz Salomão.
Fonte: g1.globo.com
Virtudes necessárias
Para se dar bem na carreira, Salomão destaca duas características fundamentais: gosto pelo estudo, já que o profissional não pode parar de aprender, e perfil para trabalhar em equipe.
Outro aliado da profissão é a multidisciplinaridade, já que os engenheiros de petróleo nunca estão sozinhos nas missões. "Para planejar a retirada do óleo e transformá-lo em riqueza as equipes precisam estar entrosadas. O trabalho de planejar o número de poços que se vai perfurar, avaliar sua capacidade e as linhas que vão trazer o óleo até a plataforma, é multidisciplinar." Segundo ele, as áreas ambiental, de segurança, geologia e até economia se relacionam o tempo todo.
"O petróleo é a fonte propulsora de várias outras indústrias, e a engenharia de petróleo é uma profissão atrativa onde é possível aplicar grande parte do conhecimento adquirido na graduação", diz Salomão.
Fonte: g1.globo.com
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Petróleo é achado em fundo de casa de moradora do Lobato, em Salvador
Foi durante o trabalho em uma obra nos fundos da casa de Tereza Barbosa, 57 anos, no subúrbio ferroviário de Salvador, que o pedreiro Edvaldo Silva, 24 anos, encontrou um poço de petróleo há pouco mais de uma semana. “Os meninos [colegas de obra] estavam tirando pedra e viram o tubo. Eles pensaram que era óleo, eu pensei que era esgoto. Senti o cheiro [de combustível], lembrei que aqui [na região] foi o primeiro lugar que se encontrou petróleo [no país] e coloquei a mão onde estava vazando. Vi que era petróleo e chamei a dona da casa”, descreveu o rapaz.
A casa afortunada está localizada na Rua Getúlio Vargas, no Lobato, bairro onde o primeiro vestígio de petróleo do país foi encontrado, no ano de 1939, justamente a alguns metros da casa de Tereza. "Quando meu irmão chegou aqui, riu e disse que sempre sonhou em ver essa cena porque esperávamos, dede pequenos, encontrar petróleo em algum lugar do bairro", disse Tereza, que residiu no bairro do Lobato há alguns anos e voltou a morar no local há cerca de um ano e meio. Ela e a família são de São Roque do Paraguaçu, localizada na cidade de Maragojipe, no recôncavo baiano.
O bairro do Lobato fica no subúrbio ferroviário e é considerado um bairro pobre. Algumas das ruas não têm nem sequer asfalto. A rua em que fica a casa 76 D, inclusive, leva o nome de Getúlio Vargas, presidente que criou a campanha "Petróleo é Nosso" logo após a descoberta da riqueza no Brasil. O bairro é cercado pela Baía de Todos os Santos, uma das maiores do país.
A plataforma usada para a exploração de petróleo da área está desativada desde o fim da década de 1980, segundo informações da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Bem perto da extinta área produtiva, foi feita uma praça com quadra de esportes, tem um pequeno galpão abandonado e um monumento que indica o marco histórico do petróleo no país.
petróleo vaza de poço em terreno de imóvel no
Lobato, em Salvador (Foto: Lílian Marques/ G1)
Ao se aproximar do tubo de onde vaza o combustível na casa de Tereza, o cheiro forte logo acusa a existência do petróleo. A dona de casa conta que ficou assustada ao ser informada da descoberta do oléo no terreno que comprou nos fundos da sua casa. Ela afirma que não pensou em dinheiro, mas nos riscos ao meio ambiente e à segurança da comunidade humilde em que mora.
"Tive medo de algum acidente, não sabia o risco que estava correndo. Tinha medo de explodir, de algum desastre ambiental, não pensei no meu bem estar, fiquei preocupada com a minha família, com a comunidade. Hoje, penso nas melhorias que isso pode trazer aqui para a comunidade, o Lobato é um bairro rico, mas não é valorizado", declarou.
A iniciativa de Tereza ao saber do petróleo foi ligar para a ANP para receber orientações de como proceder. Após os primeiros técnicos da agência visitarem o local, foi solicitado que a família parasse a obra. Engenheiros da ANP estiveram novamente no terreno na quarta-feira (23) e os trabalhos no local continuam suspensos.
A proprietária explicou que a obra era para ampliar a casa onde mora, que já tem dois andares. “Eu moro aqui embaixo com o meu marido e a minha filha mora no andar de cima com o meu genro. O objetivo da gente é ampliar para fazer um lugar para minha mãe e também para meu outro filho”.
A terra da pequena encosta que ficou no terreno após a escavação para a obra está deslizando um pouco, motivo que deixa a família preocupada. "Nós colocamos uma lona para segurar a terra até que se resolva a situação", disse dona Tereza.
Morador mostra mão melada de petróleo (Foto: Lílian Marques/G1 BAhia)
Exploração
O engenheiro de petróleo Martinho Sobral Rocha, especialista em regulação da ANP na Bahia, visitou o terreno e confirmou que a substância é petróleo, porém a única coisa que deve ser feita no local é contenção do vazamento. Por se tratar de um poço de petróleo antigo, que está inativo, a exploração não deve ocorrer, segundo explica.
"É um poço antigo do campo de produção de petróelo que existia no Lobato. Ele foi devolvido à ANP por ser antieconômico e por estar localizado dentro de uma comunidade. Está sendo providenciada a correção do vazamento. Para fins comerciais, não existe nenhuma possibilidade de produção", acrescentou.
A Agência Nacional de Petróleo informou, por meio de nota, que o campo não "apresenta volume de óleo significativo a ser produzido, pois os reservatórios existentes já estão esgotados". A agência reguladora informou ainda que os poços da região, explorados a partir de 1939, foram extintos e "encobertos por aterros de grande extensão". Sobre eles, se desenvolveu a atual comunidade. A ANP explica também que não há possibildades dos poços serem reutilizados e que não se espera obter um volume adicional de óleo naquela região.
Caso o petróleo seja encontrado em um terreno particular e caso seja comprovado que o poço é produtivo, segundo o engenheiro Martinho Sobral, a concessionária interessada na extração da substância deve pagar 1% do que explora para o dono da terra. Na Bahia, essas situações são comuns em cidades como Madre de Deus, São Sebastião do Passé, onde fica a Refinaria de Petróleo Landulpho Alves, e outras da região metropolitana como Catu e Pojuca, disse o engenheiro.
Obra no terreno de dona Tereza está parada há mais de uma semana até que o vazamento de petróleo seja sanado pela ANP. (Foto: Lílian Marques/G1 BAhia)
Primeira plataforma de exploração de petróleo do Brasil ficava nessa área, no bairro do Lobato, subúrbio de Salvador. (Foto: Lílian Marques/G1 BAhia)
A casa afortunada está localizada na Rua Getúlio Vargas, no Lobato, bairro onde o primeiro vestígio de petróleo do país foi encontrado, no ano de 1939, justamente a alguns metros da casa de Tereza. "Quando meu irmão chegou aqui, riu e disse que sempre sonhou em ver essa cena porque esperávamos, dede pequenos, encontrar petróleo em algum lugar do bairro", disse Tereza, que residiu no bairro do Lobato há alguns anos e voltou a morar no local há cerca de um ano e meio. Ela e a família são de São Roque do Paraguaçu, localizada na cidade de Maragojipe, no recôncavo baiano.
O bairro do Lobato fica no subúrbio ferroviário e é considerado um bairro pobre. Algumas das ruas não têm nem sequer asfalto. A rua em que fica a casa 76 D, inclusive, leva o nome de Getúlio Vargas, presidente que criou a campanha "Petróleo é Nosso" logo após a descoberta da riqueza no Brasil. O bairro é cercado pela Baía de Todos os Santos, uma das maiores do país.
A plataforma usada para a exploração de petróleo da área está desativada desde o fim da década de 1980, segundo informações da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Bem perto da extinta área produtiva, foi feita uma praça com quadra de esportes, tem um pequeno galpão abandonado e um monumento que indica o marco histórico do petróleo no país.
Lobato, em Salvador (Foto: Lílian Marques/ G1)
Ao se aproximar do tubo de onde vaza o combustível na casa de Tereza, o cheiro forte logo acusa a existência do petróleo. A dona de casa conta que ficou assustada ao ser informada da descoberta do oléo no terreno que comprou nos fundos da sua casa. Ela afirma que não pensou em dinheiro, mas nos riscos ao meio ambiente e à segurança da comunidade humilde em que mora.
"Tive medo de algum acidente, não sabia o risco que estava correndo. Tinha medo de explodir, de algum desastre ambiental, não pensei no meu bem estar, fiquei preocupada com a minha família, com a comunidade. Hoje, penso nas melhorias que isso pode trazer aqui para a comunidade, o Lobato é um bairro rico, mas não é valorizado", declarou.
A iniciativa de Tereza ao saber do petróleo foi ligar para a ANP para receber orientações de como proceder. Após os primeiros técnicos da agência visitarem o local, foi solicitado que a família parasse a obra. Engenheiros da ANP estiveram novamente no terreno na quarta-feira (23) e os trabalhos no local continuam suspensos.
A proprietária explicou que a obra era para ampliar a casa onde mora, que já tem dois andares. “Eu moro aqui embaixo com o meu marido e a minha filha mora no andar de cima com o meu genro. O objetivo da gente é ampliar para fazer um lugar para minha mãe e também para meu outro filho”.
A terra da pequena encosta que ficou no terreno após a escavação para a obra está deslizando um pouco, motivo que deixa a família preocupada. "Nós colocamos uma lona para segurar a terra até que se resolva a situação", disse dona Tereza.
Exploração
O engenheiro de petróleo Martinho Sobral Rocha, especialista em regulação da ANP na Bahia, visitou o terreno e confirmou que a substância é petróleo, porém a única coisa que deve ser feita no local é contenção do vazamento. Por se tratar de um poço de petróleo antigo, que está inativo, a exploração não deve ocorrer, segundo explica.
"É um poço antigo do campo de produção de petróelo que existia no Lobato. Ele foi devolvido à ANP por ser antieconômico e por estar localizado dentro de uma comunidade. Está sendo providenciada a correção do vazamento. Para fins comerciais, não existe nenhuma possibilidade de produção", acrescentou.
A Agência Nacional de Petróleo informou, por meio de nota, que o campo não "apresenta volume de óleo significativo a ser produzido, pois os reservatórios existentes já estão esgotados". A agência reguladora informou ainda que os poços da região, explorados a partir de 1939, foram extintos e "encobertos por aterros de grande extensão". Sobre eles, se desenvolveu a atual comunidade. A ANP explica também que não há possibildades dos poços serem reutilizados e que não se espera obter um volume adicional de óleo naquela região.
Caso o petróleo seja encontrado em um terreno particular e caso seja comprovado que o poço é produtivo, segundo o engenheiro Martinho Sobral, a concessionária interessada na extração da substância deve pagar 1% do que explora para o dono da terra. Na Bahia, essas situações são comuns em cidades como Madre de Deus, São Sebastião do Passé, onde fica a Refinaria de Petróleo Landulpho Alves, e outras da região metropolitana como Catu e Pojuca, disse o engenheiro.
Fonte : g1.globo.com
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
DONA DE CASA ENCONTRA PETRÓLEO NO FUNDO DE CASA NO LOBATO, EM SALVADOR-BA
Local onde Foi Encontrado o Petróleo
A Petrobras foi informada e enviou técnicos ao local para fazer as analises que constatou ser mesmo petróleo, segundo a moradora estudos serão feitos para saber se o local pode ser explorado como novo poço de Petróleo em Salvador, a alegria toma conta da Família e vizinhos que espera respostas da Petrobras sobre o que será feito, por enquanto a obra de ampliação da casa vai ficar parada, o terreno foi comprado há cerca de dois anos.
Fonte: Suburbio Notícias
A Petrobras foi informada e enviou técnicos ao local para fazer as analises que constatou ser mesmo petróleo, segundo a moradora estudos serão feitos para saber se o local pode ser explorado como novo poço de Petróleo em Salvador, a alegria toma conta da Família e vizinhos que espera respostas da Petrobras sobre o que será feito, por enquanto a obra de ampliação da casa vai ficar parada, o terreno foi comprado há cerca de dois anos.
Fonte: Suburbio Notícias
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Refinaria Manguinhos vai receber aporte de R$ 55 milhões
Segundo Ronaldo Nobre, acionista da companhia e porta-voz dos minoritários, existia a necessidade de aportes, já que a Manguinhos foi "muito prejudicada" com o anúncio de expropriação de seu terreno. "A empresa continua operando, mas hoje só existe um contrato em vigor, com a Ultrapar, para beneficiamento do gás engarrafado", disse. "A companhia vai usar esses recursos para se manter girando, pagar fornecedores, impostos", afirmou o acionista da empresa.
Nenhum porta-voz da Manguinhos foi encontrado pelo Valor para comentar o aporte. A sede da refinaria está praticamente vazia, segundo Nobre.
A empresa informou ainda, no comunicado, que formalizará consulta à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre como proceder em relação à subscrição das ações.
A Refinaria de Petróleo Manguinhos entrou com mandado de segurança em novembro contra o ato do governo do Rio. Segundo a companhia, o imóvel foi concedido à refinaria pelo governo federal. O governo do Rio pretende transformar o terreno em um bairro de residências populares. Ontem, as ações ON da Refinaria de Petróleo Manguinhos subiram 4,17%, para R$ 0,25.
Fonte: Valor Econômico/Luciana Bruno | Do Rio
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Confira seu resultado no Sisu 2013
Olá Senhores,
Já estão disponíveis os resultados do Sistema de Seleção Unificada - (Sisu) 2013, podem ser consultados pela central de atendimento do Ministério da Educação- (MEC), por meio do telefone 0800-616161. As consultas poderam ser feitas também na páginaa do programa e nas instituições participantes.
Os participantes convocados devem fazer a matrícula entre os dias 18 e 22 deste mês. A segunda chamada terá o resultado divulgado no próximo dia 28 de Janeiro, com as matriculas nos dias 1 a 5 de fevereiro.
Ao todo, 1.949.958 inscritos disputaram as 129.319 vagas em 3.752 cursos.
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